Se as agências de rating traduzem o grau de risco das entidades analisadas, poderemos considera-las como um espelho (apenas financeiro) das mesmas.
O conflito que Portugal e a sua dívida soberana tem travado com as agências de rating, não será apenas uma negação da imagem que o espelho transmite?
O país não gosta do que vê ao espelho e grita histérico contra ele.
Teríamos de colocar o país no sofá de um psicanalista para entender este fenómeno a fundo.
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