Foi preciso o país ter chegado ao abismo, para podermos ver o bom senso e a racionalidade a chegar ao Parlamento, aqui pelo deputado Adolfo Mesquina Nunes, ilustre bloguer do Delito de Opinião.
Esperemos que não seja demasiado tarde.
Foi preciso o país ter chegado ao abismo, para podermos ver o bom senso e a racionalidade a chegar ao Parlamento, aqui pelo deputado Adolfo Mesquina Nunes, ilustre bloguer do Delito de Opinião.
Esperemos que não seja demasiado tarde.
Na recta final da novela em que se tornou a eleição do Presidente da Assembleia da República, acabou por emergir a deputada Assunção Esteves. Embora com experiência parlamentar e merecedora de respeito dos seus pares, era uma figura de segunda linha no mediatismo da política. O seu extenso curriculo em matérias juridicas garante rigor para a função para que foi eleita, ao que o facto de ser mulher também a terá ajudado na eleição para o segundo cargo da República.
A título de recorte para a posterioridade deixo aqui um excerto do seu notável discurso de tomada de posse.
"Presidir ao Parlamento constitui a maior honra da minha vida. Porque o Parlamento é a liberdade que se fez instituição, consequência da razão moderna, do pensamento das Luzes, da coragem dos Justos. Nós, os deputados, somos portadores de um mandato que se gera na igualdade e na liberdade. Damos corpo a um poder que se forma na moral universal, que dita os critérios da justiça.
- Que orgulho, senhores deputados, e que responsabilidade que é estarmos aqui."
Graças a uma aula on-line de Miguel Morgado , tomei há pouco tempo conhecimento de uma figura histórica da qual tinha ouvido vagamente o se...