Imaginem um alcoólico a cantar e a cambalear numa esplanada sob o olhar, ora divertido ora reprovador, dos transeuntes.
Sem conseguir manter o equilíbrio, já de gatas, começa a vomitar.
Até quem achou inicialmente graça ao canto desafinado e rufia do bêbado, começa a ficar incomodado.
Mas a pré-inconsciência etílica retirou-lhe a última restia de senso e o figurão deita-se sobre o próprio vomitado e rebola-se enquanto arrota.
Ainda é possível piorar, mas é dessa forma que tenho observado o desempenho dos nossos governantes.
Chegados à beira do abismo para o qual nos conduziram e perante a necessidade de um imperioso acordo para recuperar a já pouca credibilidade internacional, assistimos a um continuo de comportamentos irresponsáveis, reprováveis até para um pré-adolescente.
Cada vez mais receio que o bêbado, ignorando o público, ainda vá defecar e depois brincar com as próprias fezes.
E ainda por cima não se pode utilizar a taser...
ResponderEliminarExacto.
EliminarAté porque depois deixavam de precisar de carregar os telemóveis, e poupavam electricidade e o erário público.