Para países pequenos, a eleição para um dos 10 assentos não permanentes no Conselho de Segurança da ONU é uma oportunidade única para terem uma palavra importante nos maiores debates políticos mundiais. É o equivalente diplomático a passar-se das ligas secundárias para a Super Liga. E não é só uma vitória política: estudos mostram que os membros temporários do Conselho de Segurança recebem 59% mais assistência dos EUA dos que aqueles que não são membros e têm 20% mais de probabilidade de receberem ajuda do FMI durante o seu mandato de dois anos e nos anos seguintes. (...)
Joshua E. Keating, Foreign Policy
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