Quando o clima de facilitismo que se assiste na Educação é justificado pela 'necessidade' da escola ser inclusiva, quando se assume que a repetência de ano 'é um mal que gera conflitualidade' é natural que o Ministério pretenda acabar com esse 'sorvedouro de esperança'.
Claro que nas entrelinhas da política educativa dos últimos anos os alunos, que não são idiotas, conseguem ler que o trabalho além de não ser premiado também não é exigido.
Como se o mau resultado não chegasse, registo a opinião de Miguel Abreu, presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, que afirma que a prova teve um grau de exigência inferior ao que seria adequado.
A capacidade de cálculo matemático que esta geração recebeu do ensino oficial é mais uma das heranças que a governação socialista deixará após a sua passagem pelos destinos do país.
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